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Diretório de Advogados
Estudante de Direito
Alexandre Pzro
São Paulo (SP)
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Comentários
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Alexandre Pzro
Comentário ·
há 3 anos
IA jurídica é software de plágio?
Leonardo Fontes Vasconcelos
·
há 3 anos
gostaria que a tal IA me explicasse o motivo do judiciário brasileiro demorar anos para julgar uma causa. Vou pesquisar no GPT e ver a reposta...vou aproveitar e lançar os dados de vinte três processos que estão em curso na Justiça Federal, há anos, sem solução. Provavelmente, a IA vai aconselhar que eu peticione ao magistrado, ou que eu interponha o recurso mais adequado; vai justificar o atraso na quantidade de processos tramitando na vara, vai me dar números, projeções. O tempo vai passar e a IA vai acabar como muitos advogados, que como eu, desistiram de acreditar na celeridade da justiça brasileira...cansados e frustrados por não encontrar solução para esse dilema.. Essa tecnologia mais parece um museu de grandes novidades...ah ia,ia, ia,ia....
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Alexandre Pzro
Comentário ·
há 4 anos
Como o UX Writing e a Linguagem Simples aproximam o operador do Direito do seu cliente
Cristina Viana
·
há 4 anos
Matéria bastante interessante, traz conceitos novos e aplicáveis ao Direito, oriundos de uma ciência que lhe é estanha, para dizer o mínimo. As ferramentas de TI (e agora os conceitos), inegavelmente, vieram para ficar e muito contribuem para a operacionalização do universo jurídico; olho-as com surpresa e admiração, mas com uma pontinha de desconfiança, defeito típico de quem foi treinado a redigir despachos, petições e sentença, apertando as letras das velhas máquinas de escrever e que as viu ser superadas pelos teclados dos laptops e dos desktops, pela revolução dos editores de textos e de outras parafernálias tecnológicas. A minha desconfiança é amenizada por nutrir um entusiasmo e simpatia pelo novo e por sentir que esse aparato tecnológico pode atender a um reclamo de muitos operadores jurídicos que é o de desmistificar o linguajar rebuscado de muitos operadores, que entregam pouco ou quase nada no conteúdo de seus arrazoados ou de suas deciões, em troca de páginas e páginas de exposições longas e inúteis.
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Alexandre Pzro
Comentário ·
há 6 anos
Fui demitido por justa causa. E agora?
Wladimir Pereira Toni
·
há 6 anos
Seus argumentos são bastantes interessantes. Contraditórios, porém. O serviço prestado por empresas decorrem da má gestão da própria empresa. A demissão é utilizada como meio coercitivo, na maior parte das vezes, para conter gastos, assim como a redução, muitas vezes ilegal, do salário e de outras garantias trabalhistas. Há empresas que sonegam a contribuição social, deixam de cumprir suas obrigações trabalhistas e fiscais, para depois descontarem sobre a mão-de-obra e se apresentarem com exemplo de eficiência e de competitividade. Falo isso, com conhecimento de causa. Cansei de ver arbitrariedades por parte de empregadores, que agem, não raras as vezes, com o auxílio de outros empregados, para humilhar os seus empregados e decidi empreender. O empregado não é aliado do patrão, ele é como o senhor disse um mero colaborador, o risco do negócio é do empregador, porém, se voce quer colaboração, não abuse da mão-de-obra, algo que se vê com muita frequência. Ningém é obrigado a ficar com o empregado? Então porque o contratou? Contrato é acordo livre entre as partes, mas o contrato de trabalho impõe regras que devem ser observadas por ambas as parte, mas, na maior parte das vezes, quem deixa de cumprir e observar é o empregador, não o empregado. O seu discurso atende ao pensamento neo-liberal, vigente. Nós vivemos um capitalismo de periferia, meu caro, não pense que o Brasil é uma Europa ou EUA. As empresas, nos dias atuais, procuram se modernizar? Não, são raras as empresas de médio porte que qualificam a sua mão-de-obra, ministrando curso para os seus empregados, procurando atualizá-los para oferecerem um serviço. A empresa é um espaço para que o empregado possa crescer e isso permite que a empresa cresça e se valorize. Gostaria de falar um pouco da minha experiênci. Trabalhei no serviço público, por muitos anos, fui demitido e abri um negócio. Minha empresa, hoje, tem, pouco mais de 50 empregados, nunca despedi nenhum por justa causa, em cinco anos. Tenho orgulho de conhecer todos pelo nome e procuro sempre me atualizar e atualizá-los, sobre os negócios da empresa. Há cursos interno em que financio e participo, junto dos meus colaboradores. Não acredito muito em coerção, mas persuasão, exemplo e diálogo, isso tem dado muito resultado. Procuro ouvir meus colaboradores e não me manter distantes deles, no diaadia. Compartilho o refeitório e não raras as vezes a mesa de jantar. Sou o primeiro a chegar na empresa e o último a sair dela. Aprendi isso quando fiz uma gestão de negócios no Canadá e vi um CEO sentado junto aos empregados da empresa. Era um empresário simples, mas que acreditava na força do exemplo para motivar as pessoas. Acredito que os meus colaboradores, hoje, sejam meu maior e melhor investimento, sem eles a minha empresa não se manteria de pé. Um forte abraço.
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Gérson de Miranda
Comentário ·
há 4 anos
Como o UX Writing e a Linguagem Simples aproximam o operador do Direito do seu cliente
Cristina Viana
·
há 4 anos
"resposta emocional positiva". Quão bom seria fazer o julgador amar a justiça e odiar o mal. Oque tenho visto é um apego às formalidade em prejuízo do certo e justo. Muito bom artigo!
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Osiris Peres da Cunha Junior
Comentário ·
há 4 anos
Como o UX Writing e a Linguagem Simples aproximam o operador do Direito do seu cliente
Cristina Viana
·
há 4 anos
Nossa, o texto é tudo que o redator não deve fazer, super longo e repetitivo.
Diria que pode ser a metalinguagem às avessas.
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Valzira Souza
Comentário ·
há 4 anos
Como o UX Writing e a Linguagem Simples aproximam o operador do Direito do seu cliente
Cristina Viana
·
há 4 anos
Excelente!
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